quinta-feira, 26 de maio de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
"MENINA DE OURO"
À primeira vista o filme é uma simples história de boxe sobre uma mulher revoltada e o grisalho treinador de boxe, católico de origem irlandesa, que faz dela sua pupila. Sob a direção cuidadosamente enxuta de Eastwood, cuja obra vem se transformando no equivalente cinematográfico à prosa enxuta e precisa de Ernest Hemingway, a história emerge como uma raridade: uma tragédia que nos enaltece e inspira.
Menina de Ouro talvez não agrade a tantos espectadores quanto os que geralmente aplaudem os filmes de Eastwood. Falta ao filme a energia propulsiva de Sobre Meninos e Lobos, que, afinal de contas, era uma história policial. Há poucos momentos em que a história sai do ringue ou da academia de boxe.
O roteiro assinado por Paul Haggis é baseado num conto do livro Rope Burns: Stories From the Corner, uma coletânea de contos baseados nas experiências do lutador e empresário de boxe Jerry Boyd, que os escreveu aos 70 anos, sob o pseudônimo de F.X. Toole. O espectador terá que se acostumar a um estilo de escrita que favorece os estereótipos e as tramas já batidas.
É a força da personalidade que Eastwood, Hilary Swank e Morgan Freeman conferem a esses ratos de academia de boxe que os transforma em arquétipos convincentes de uma história de heroísmo quase místico.
Frankie Dunn (Eastwood) é um homem emocionalmente fechado e amargo. Distanciado de sua filha - embora o filme não chegue a mostrar as razões disso -, ele se fecha em sua academia no centro de Los Angeles, cercado por lutadores e por Scap (Morgan Freeman), o ex-boxeador que dirige o estabelecimento.
Frankie também mantém boas relações com Deus. Ele vai à missa quase todos os dias, mas o faz sobretudo para discutir com o exasperado padre (Brian O'Byrne).
Quando Maggie Fitzgerald (Hilary Swank), uma garota pobre e emocionalmente marcada do interior, pede a ele que a treine para virar pugilista, sua resposta é curta e grossa: ela é velha demais (tem 31 anos) e ele não treina "garotinhas".
Mas Maggie passa um ano malhando na academia, de vez em quando recebendo dicas de Scrap, até cansar Frankie ao ponto em que ele, a contragosto, a aceita como aluna. Lutadora e treinador se preparam para uma luta valendo um campeonato.
Nesse ponto a história deriva repentinamente para a tragédia, obrigando os dois a enfrentar o verdadeiro sentido do amor e as maneiras estranhas pelas quais o destino pode redimir as pessoas.
O filme tem poucos personagens. Jay Baruchel faz um deficiente mental que nutre a ilusão de virar boxeador. A família pobre de Maggie ameaça inundar o filme em clichês. Com essas exceções, Menina de Ouro é um drama baseado em apenas três personagens.
Como não poderia deixar de acontecer, Maggie vira a filha que tanta falta faz a Frankie, mas a relação deles é combativa, e eles nunca conseguem ficar na mesma sintonia até o final.
Do mesmo modo, Frankie e Scrap brigam como se fossem marido e mulher de muitos anos, mas, por baixo da superfície, uma simbiose poderosa os une.
Na última luta da vida de Scrap, este perdeu um olho, e esse fato deixou Frankie cauteloso ao extremo. Ele recomenda a seus lutadores que se protejam, mas o que ele realmente quer é proteger a si mesmo. Por isso ele nunca os encaminha para lutas que valham títulos, e isso os leva a procurar empresários que o façam. Quando ele finalmente concorda em fazê-lo, seus piores medos se realizam.
O filme é narrado por Scrap, num relato no qual a poesia e as reflexões às vezes soam um pouco estudados demais. Como diretor, Clint Eastwood mantém as cenas individuais simples e ágeis, como as lutas de Maggie. Assim que consegue o impacto emocional que procura, ele corta e passa para outra cena.
Menina de Ouro talvez não agrade a tantos espectadores quanto os que geralmente aplaudem os filmes de Eastwood. Falta ao filme a energia propulsiva de Sobre Meninos e Lobos, que, afinal de contas, era uma história policial. Há poucos momentos em que a história sai do ringue ou da academia de boxe.
O roteiro assinado por Paul Haggis é baseado num conto do livro Rope Burns: Stories From the Corner, uma coletânea de contos baseados nas experiências do lutador e empresário de boxe Jerry Boyd, que os escreveu aos 70 anos, sob o pseudônimo de F.X. Toole. O espectador terá que se acostumar a um estilo de escrita que favorece os estereótipos e as tramas já batidas.
É a força da personalidade que Eastwood, Hilary Swank e Morgan Freeman conferem a esses ratos de academia de boxe que os transforma em arquétipos convincentes de uma história de heroísmo quase místico.
Frankie Dunn (Eastwood) é um homem emocionalmente fechado e amargo. Distanciado de sua filha - embora o filme não chegue a mostrar as razões disso -, ele se fecha em sua academia no centro de Los Angeles, cercado por lutadores e por Scap (Morgan Freeman), o ex-boxeador que dirige o estabelecimento.
Frankie também mantém boas relações com Deus. Ele vai à missa quase todos os dias, mas o faz sobretudo para discutir com o exasperado padre (Brian O'Byrne).
Quando Maggie Fitzgerald (Hilary Swank), uma garota pobre e emocionalmente marcada do interior, pede a ele que a treine para virar pugilista, sua resposta é curta e grossa: ela é velha demais (tem 31 anos) e ele não treina "garotinhas".
Mas Maggie passa um ano malhando na academia, de vez em quando recebendo dicas de Scrap, até cansar Frankie ao ponto em que ele, a contragosto, a aceita como aluna. Lutadora e treinador se preparam para uma luta valendo um campeonato.
Nesse ponto a história deriva repentinamente para a tragédia, obrigando os dois a enfrentar o verdadeiro sentido do amor e as maneiras estranhas pelas quais o destino pode redimir as pessoas.
O filme tem poucos personagens. Jay Baruchel faz um deficiente mental que nutre a ilusão de virar boxeador. A família pobre de Maggie ameaça inundar o filme em clichês. Com essas exceções, Menina de Ouro é um drama baseado em apenas três personagens.
Como não poderia deixar de acontecer, Maggie vira a filha que tanta falta faz a Frankie, mas a relação deles é combativa, e eles nunca conseguem ficar na mesma sintonia até o final.
Do mesmo modo, Frankie e Scrap brigam como se fossem marido e mulher de muitos anos, mas, por baixo da superfície, uma simbiose poderosa os une.
Na última luta da vida de Scrap, este perdeu um olho, e esse fato deixou Frankie cauteloso ao extremo. Ele recomenda a seus lutadores que se protejam, mas o que ele realmente quer é proteger a si mesmo. Por isso ele nunca os encaminha para lutas que valham títulos, e isso os leva a procurar empresários que o façam. Quando ele finalmente concorda em fazê-lo, seus piores medos se realizam.
O filme é narrado por Scrap, num relato no qual a poesia e as reflexões às vezes soam um pouco estudados demais. Como diretor, Clint Eastwood mantém as cenas individuais simples e ágeis, como as lutas de Maggie. Assim que consegue o impacto emocional que procura, ele corta e passa para outra cena.
sábado, 30 de abril de 2011
Violências escolares
Nos últimos meses houve uma grande quantidade de ocorrências policiais envolvendo violência com crianças nas escolas.
O pior disso é que as brigas têm ocorrido com crianças dos ensinos fundamentais com pouca idade.
Se acontece com quem está freqüentando as aulas e deveria estar mais preparado para o convívio social e menos propenso a se envolver em brigas imagina o que ocorre com aquelas que estão na rua.
O problema está na educação básica que deveria ser passada pela família, mas as crianças não têm nenhuma orientação. Saem de casa revoltados com sua condição econômica e pela falta de carinho e atenção. Por isso diante de qualquer contrariedade agem de forma desproporcional e atacam seus colegas com toda a violência possível.
As crianças que são agredidas ficam com traumas físicos e psicológicos e muitas vezes não querem voltar à escola e enfrentar de novo o agressor.
Antes nas escolas também havia brigas, mas ninguém ficava ferido e no dia seguinte já tinha esquecido e voltava a brincar junto. Era briga típica de crianças, hoje são atitudes extremadas e de graves conseqüências.
terça-feira, 26 de abril de 2011
ABORTO...
Um aborto ou interrupção da gravidez é a remoção ou expulsão prematura de um embrião ou feto do útero, resultando na sua morte ou sendo por esta causada. Isto pode ocorrer de forma espontânea ou artificial, provocando-se o fim da gestação, e consequentemente o fim da vida do feto, mediante técnicas médicas, cirúrgicas entre outras.
Após 180 dias (seis meses) de gestação, quando o feto já é considerado viável, o processo tem a designação médica de parto prematuro. A terminologia "aborto", entretanto, pode continuar a ser utilizada em geral, quando refere-se à indução da morte do feto.
Através da história, o aborto foi provocado por vários métodos diferentes e seus aspectos morais, éticos,legais e religiosos são objeto de intenso debate em diversas partes do mundo.
Os seguintes termos são usados para definir os diversos tipos de aborto a partir da óptica médica:
- Aborto espontâneo: aborto devido a uma ocorrência acidental ou natural. A maioria dos abortamentos espontâneos são causados por uma incorreta replicação dos cromossomos e por fatores ambientais. Também por ser denominado aborto involuntário ou casual.
- Aborto induzido: aborto causado por uma ação humana deliberada. Também é denominado aborto voluntário ou procurado, ou ainda, interrupção voluntária da gravidez. O aborto induzido possui as seguintes subcategorias:
- Aborto terapêutico
- aborto provocado para salvar a vida da gestante
- para preservar a saúde física ou mental da mulher
- para dar fim à gestação que resultaria numa criança com problemas congênitos que seriamfatais ou associados com enfermidades graves
- para reduzir seletivamente o número de fetos para diminuir a possibilidade de riscos associados a gravidezes múltiplas.
- Aborto eletivo: aborto provocado por qualquer outra motivação.
- Aborto terapêutico
- Quanto ao tempo de duração da gestação
- Aborto subclínico: abortamento que acontece antes de quatro semanas de gestação
- Aborto precoce: entre quatro e doze semanas
- Aborto tardio: após doze semanas
-Aumento de agressividade do filho, o que pode revelar que ele é o agressor, e assim não ter a consciência do sofrimento que o mesmo causa em outra criança.
-De que o filho necessita de ajuda.
-Não se torne um hiper-protetor, assim vigie-o com maior atenção.
- Brincadeira feita com outros amigos, e se possível, solicite aos professores o parecer dele.
-De que o filho necessita de ajuda.
-Não se torne um hiper-protetor, assim vigie-o com maior atenção.
Assinar:
Postagens (Atom)




